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Três mortes em 2016 na SC-401 e comunidade cobra rapidez em obras da passarela

Depois de muito protesto, a comunidade conquistou a obra, mas a velocidade dos trabalhos ainda é questionada

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SC-401 já registrou três mortes em 2016. Um recorde negativo para um período muito curto. A morte mais recente ocorreu no fim de semana, quando uma mulher de 35 anos foi atropelada próximo a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Norte da Ilha. Esta morte ocorreu no trecho onde já ocorreram outras pelo mesmo motivo, a falta de uma passarela para os moradores da comunidade do Papaquara. Depois de muito protesto, a comunidade conquistou a obra, mas a velocidade dos trabalhos ainda é questionada.

A ordem de serviço para a construção foi assinada pelo Deinfra ainda em Setembro com o desafio de um esforço para que a construtora terminasse a obra em dezembro, antes do Natal. Como em qualquer obra, a Tec Engenharia econtrou dificuldades para que a rede elétrica fosse desviada, problema que atrasou o cronograma. Um ajuste foi realizado e agora a previsão de término das obras é maio.

Um protesto será feito pelos moradores da comunidade com a colocação de bonecos de pano. Ainda no fim de semana, após a morte no trecho onde está sendo construída a passarela, o líder comunitário Marcelésio Mario da Silva afirmou que vê pouca gente trabalhando na construção da passarela.

No Facebook da comunidade, o líder comunitário disse que entrou em contato com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv) que deve aumentar a fiscalização no trecho para inibir a alta velocidade dos veículos.