EDUCAÇÃO

“Situação das escolas é calamitosa no município”, diz prefeito Gean Loureiro

Prefeitura vai realizar processo de licitação para contratar empresa que realize a manutenção de prédios públicos

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Energia é desligada em parte da maior escola municipal por risco de curto-circuito
Foto: Emanuel Soares / Jornal Conexão Comiunidade

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, disse em entrevista ao Jornal Conexão Comunidade que a situação das escolas de Florianópolis é calamitosa, por causa da falta de manutenção. Por causa disso, a Prefeitura de Florianópolis estuda a abertura de uma licitação global para a contratação de uma empresa responsável por fazer manutenção nos prédios públicos municipais no Norte da Ilha. Desde a semana passada, reportagens denunciam a situação de abandono da maior escola municipal, o que obrigou a prefeitura a tomar medidas emergenciais na Herondina Medeiros Zeferino.

“Situação das escolas é calamitosa no município de Florianópolis. Muitas totalmente abandonadas, sem qualquer tipo de reparo. Muitas vezes são coisas simples que podem ser arrumadas. Problemas de infiltração, problemas de energia elétrica, problemas de cobertura de quadra… Pra isso, estamos fazendo uma licitação de manutenção predial para toda a secretaria de Educação”, disse Gean.

O pagamento a empresa vai acontecer mediante o consumo do contrato, ou seja, conforme os trabalhos forem realizados, a prefeitura vai pagando. A ideia é dar uma agilidade maior na recuperação das escolas.

Nesta semana, a prefeitura iniciou reparos na Escola Básica Herondina Medeiros Zeferino em Ingleses, a maior da rede pública, após reportagens denunciando os problemas da instituição com infiltrações, mofo, salas alagadas, água parada na laje, risco de curto circuito, pisos novos com problemas, além da falta de água, interdição do ginásio e de uma quadra.

O processo de escolha da empresa deve se dar por pregão eletrônico, garantiu o prefeito. A expectativa é que em 30 dias, o contrato possa estar assinado. Até então, existiam dois contratos, um para a educação e outro para a saúde. Gean quer que o contrato seja global, otimizando o trabalho e os custos.

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