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CONEXÃO NA SALA DE AULA

Novas tecnologias ajudam crianças a se alfabetizarem no Norte da Ilha

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Novas tecnologias ajudam crianças a se alfabetizarem no Norte da Ilha

Foto: Prefeitura de Florianópolis

Acesso a tecnologias da informação, colocando crianças de 6 a 10 anos no papel de protagonistas, pesquisadores e produtores. Isso é o que a Escola Básica Municipal de Florianópolis Osmar Cunha, em Canasvieiras, busca proporcionar aos estudantes dos anos iniciais. A professora Elaine Martins, na sala informatizada, realiza diferentes atividades para incentivar desde cedo, entre as crianças, a relação delas com o conjunto de princípios, métodos, instrumentos e processos científicos.

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Para os primeiros e segundos anos, Elaine explica que o foco é no letramento e na linguagem alfabética. “O jogo educativo “Brincando com Ariê” possibilita que a criança possa identificar as letras do alfabeto de forma isolada e assim aprender sobre as palavras, associando a desenhos e sons”, relata a professora.

Por meio do jogo educativo “Yuki no caminho das letras”, os pequenos ainda analisam as letras do alfabeto compondo palavras e identificam a escrita delas, além de ouvir e interpretar os exercícios no computador.

Para os terceiros, quartos e quintos anos, o estímulo ao uso das multiferramentas da Google foi objetivo do primeiro trimestre. Os estudantes se depararam com a ferramenta de busca Google Chrome e as diversas maneiras de pesquisa, como textos, imagens e vídeos. Também buscaram informações abrangentes e específicas, a procurarem localizações geográficas por meio do Google Maps e traduções por meio do Google Tradutor, além de utilizarem o e- mail institucional por meio da ferramenta Gmail.

“O uso da tecnologia melhora a interpretação das informações e possibilita a discussão de temas cotidianos, além de que a sala informatizada é um ambiente dinâmico e atraente, no qual se favorece o autodidatismo do estudante e a inclusão”, conclui a professora Elaine.

Os professores perceberam o potencial das novas tecnologias, seja como uma atividade prática no computador ou em outro recurso, observa o secretário de Educação. “Essas ferramentas aproximam docentes e estudantes, bem como são extremamente úteis para exploração de conteúdo interativo”, diz Maurício Fernandes Pereira.

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