Connect with us

SEM DIESEL...

Moradores protestam devido aos poucos ônibus em circulação

Publicado em

protesto-rio-vermelho-onibustican-lotado-manhatican-onibus-articulado
<
>
Foto: Marinho Oliveira / Jornal Conexão Comunidade

Os moradores do Rio Vermelho fizeram um protesto na manhã desta segunda-feira (28) por conta da falta de ônibus em circulação. Os coletivos operam com horários de sábado devido a falta de diesel para as empresas, o que impossibilita a normalidade no sistema. As pessoas bloquearam o trânsito na Rodovia João Gualberto Soares (SC-406), até a chegada da Polícia Militar que liberou o trânsito.

Muitos justificaram que esperaram por horas a passagem do coletivo, sendo que alguns passaram com lotação completa e outros nem pararam para os passageiros. A PM fez uma intervenção e os ônibus que pararam no bloqueio popular abriram as portas e os passageiros entraram, apesar da lotação.

No Terminal Canasvieiras (Tican), a fila foi longa pra quem precisou esperar as linhas troncais para o Centro da Capital. A maioria dos coletivos em circulação são comuns, com poucos ônibus articulados em operação, já que estes veículos consomem mais diesel.

CONGELAMENTO DOS PREÇOS

O governo federal decidiu congelar por 60 dias a redução do preço do diesel na bomba em R$ 0,46 por litro. A proposta foi anunciada pelo presidente Michel Temer, que fez um pronunciamento depois de um dia inteiro de negociações no Palácio do Planalto. A título de comparação, o presidente disse que esse desconto equivale a zerar as alíquotas da Cide e do PIS/Cofins. Os representantes dos caminhoneiros autônomos não aceitaram o congelamento do diesel por apenas 30 dias, como havia sido inicialmente proposto.

O governo federal concordou ainda em eliminar a cobrança do pedágio dos eixos suspensos dos caminhões em todo o país, além de estabelecer um valor mínimo para o frete rodoviário. Essas determinações deverão constar em medidas provisórias a serem publicadas em edição extra no Diário Oficial da União. A expectativa do Palácio do Planalto é que a paralisação, que já dura oito  dias e causa enormes prejuízos e transtornos em todo o país, termine logo.

Leia mais

Acontecendo