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Mulher morre atropelada no local onde está sendo construída uma passarela

Acidente na SC-401 deixa o trânsito lento nos dois sentidos da rodovia que tem uma faixa interditada, sentido centro/norte

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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma mulher ainda não identificada morreu atropelada por volta de 17h30 deste sábado na SC-401, justamente no ponto onde está sendo construída uma passarela de pedestres. Segundo o Corpo de Bombeiros do Norte da Ilha, ela atravessava a rodovia quando foi atingida por um veículo. Ela não resistiu e morreu no local.

O acidente foi registrado no sentido centro/bairro da estrada. Os Bombeiros disseram que ela atravessava a rodovia na companhia do marido, quando o acidente ocorreu. Como foi muito próximo ao quartel, na hora eles prestaram o atendimento, porém a vítima não resistiu. O corpo será conduzido Instituto Médico Legal. O motorista do veículo prestou os primeiros socorros até a chegada dos Bombeiros.

O trânsito é lento nos dois sentidos da rodovia. A Polícia Militar Rodoviária (PMRv) interditou uma faixa para os trabalhos de perícia no local. Só em 2014, quatro mortes foram registradas no trecho entre o Elevado de Canasvieiras e o Tican, próximo a Upa Norte. Este ano, Simoni Bridi, 28 anos, foi atropelada e morta enquanto pedalava pela lateral da rodovia neste mesmo trecho.

PASSARELA

A obra da passarela que está sendo construída no local do atropelamento está em ritmo de tartaruga. Quando o Deinfra assinou a ordem de serviço em Setembro do ano passado, inclusive com a presença da imprensa, o desafio era de que o trabalho fosse concluído em Dezembro. Porém, atrasos no desvio da rede de energia e na canalização de água atrasaram ainda mais. Agora, o prazo é Junho de 2016.

Segundo o líder comunitário Marcelésio Mário da Silva, um dos responsáveis pela conquista da obra para a comunidade, poucas pessoas trabalham no canteiro de obras. “Já reclamei. Estive no Deinfra na quinta dia 11 e falei que sempre que passo lá na frente só vejo meia duzia de pessoas trabalhando. Tem dias que ninguém aparece para trabalhar no local”, afirmou.