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Bicho geográfico requer tratamento para que seja eliminado do organismo

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Papo Sério - Dicas de Saúde e bem estar

Bicho geográfico requer tratamento para que seja eliminado do organismo
Foto: Divulgação

Quem já foi vítima, não esquece. O bicho geográfico, comum nas áreas litorâneas pela contaminação do solo, requer um tratamento especial para que seja eliminado do organismo. Esses parasitas estão presentes no intestino e nas fezes de animais domésticos como cachorro e gato, e a pessoa é contaminada quando a pele ferida entra em contato com resquícios das fezes desses animais, que podem estar presentes no quintal de casa ou na areia da praia, por exemplo.

O tratamento para o bicho geográfico deve ser orientado por um dermatologista e normalmente é feito com o uso deremédios como Tiabendazol, Albendazol ou Mebendazol, que podem ser usados na forma de pomada, quando a doença está ainda no início, ou na forma de comprimidos, quando o bicho geográfico é descoberto mais tarde.

Geralmente os sintomas do bicho geográfico reduzem cerca de 2 a 3 dias após o início do tratamento, sendo importante seguir o tratamento até o fim para garantir que a larva é completamente eliminada do corpo.

DICAS DE PREVENÇÃO

Denise Steiner, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica o que a dica para evitar a contaminação com a larva migrans é não andar descalço em locais frequentados por cães e gatos e nunca sentar direto em grama ou areia. Use uma toalha limpa ou uma canga para evitar o contato com áreas que podem estar contaminadas com a larva. Se tiver animal de estimação, é importante recolher as fezes do pet e nunca leva-lo à praia.